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	<title>SpotGeek.net &#187; Yang</title>
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	<description>Tecnologia , Programação , web , internet, php</description>
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		<title>Yahoo Arrependida</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 22:54:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipe Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Yahoo um dos maiores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://Yahoo.com" target="_blank">Yahoo</a> um dos maiores portais do mundo mostra-se arrependida por não ter vendido as suas acções a Microsoft.</p>
<p>As vezes a emoção é provoca má gestão e aqui fica uma lição para quando por vezes pensamos demasiado com o coração e menos com a cabeça.</p>
<p>Aqui fica um excerto do <em>Texto publicado no suplemento de Economia do Público, a 28 de Novembro 2008</em></p>
<h3>o Problema foi o sangue roxo de Jerry Yang</h3>
<div class="texto">
<p>“Todos vocês sabem que eu tenho, e sempre terei, sangue roxo”. A afirmação é de Jerry Yang e o roxo é a cor de marca do Yahoo, site que fundou em 1994 e de que foi presidente executivo ao longo do último ano e meio.</p>
<p>A frase – parte da mensagem que enviou em Novembro a todos os funcionários, no dia em que anunciou o abandono do cargo – é a síntese do que muitos consideram ter sido o grande erro: demasiado ligado ao Yahoo, Yang deixou-se levar pelos sentimentos e fez tudo para fugir à proposta de compra com que a Microsoft avançou em Fevereiro.</p>
<p>Jerry Yang, 40 anos, faz parte da geração que na década de 90 via (e, provavelmente, ainda vê) a Microsoft como um gigante dominador da tecnologia. O Yahoo (tal como aconteceu com o Google, poucos anos depois) nasceu numa lógica de contra-corrente. Não surpreende que o fundador estivesse contra a possibilidade de vender a empresa ao império de Bill Gates, solução que era preferida por muitos analistas de mercado e muitos accionistas de referência, incluindo o multimilionário Carl Icahn, que chegou a tentar destronar a administração de Yang.</p>
<p><a href="http://celso.arrifana.org/">Celso Martinho</a>, fundador do Sapo (o maior portal português, lançado em 1995 e assumidamente inspirado no Yahoo), considera que “financeiramente falando, é fácil concluir que a recusa da proposta da Microsoft foi um erro monumental de gestão”. Os números não enganam: a Microsoft ofereceu 31 dólares por acção (num total de 44 mil milhões). Hoje, e em parte arrastadas pela crise financeira, cada acção oscila entre os nove e os dez dólares.</p>
<p>O fundador do Sapo, no entanto, parece partilhar a visão de Yang: “Emocionalmente, se é que é permitido usar a emoção para falar de negócios desta magnitude (e talvez tenha sido este o maior erro do Jerry), prefiro a independência do Yahoo. Fazem um trabalho muito bom no campo da inovação e dos bons produtos de Internet e têm uma cultura única e uma imagem que gostaria de ver preservadas. Acho que a Microsoft ainda é a antítese disto tudo”.</p>
<p>A rejeição do negócio com a Microsoft não será o único erro a pesar na memória dos executivos do Yahoo. O portal tem visto fugir a sua principal fonte de receitas – os anúncios publicitários – para a mão da rival Google. Mas, num longínquo 2002, o portal desperdiçou a oportunidade de comprar o motor de busca desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin.</p>
<p><strong>O outro erro</strong></p>
<p>Em 2002, o CEO era Terry Semel, um executivo vindo da Warner, que mal usava a Internet e que deixou poucas saudades aos accionistas. Page e Brin abordaram o Yahoo em busca de uma injecção de capital. Semel avançou com a possibilidade de compra – mas achou que não valia a pena ir além de uma oferta de três mil milhões de dólares. Os dois jovens recusaram (o preço era uma bagatela, comparado com a valorização bolsista que a empresa conseguiu nos anos seguintes).</p>
<p>A pesquisa é vital nas contas do Yahoo e a ascenção da Google foi um golpe duro. Isto apesar de o portal oferecer dezenas de serviços diferentes para além da busca. “A pesquisa é a aplicação-chave da Internet e é da maior importância para qualquer portal”, explica Celso Martinho. “Primeiro, pesquisar é de longe o que as pessoas mais fazem na Internet e, segundo, a pesquisa é uma plataforma valiosíssima do ponto de vista do negócio”.</p>
<p>Em poucos anos, o Google ascendeu ao estatudo de motor de busca mais conhecido do mundo e os seus pequenos anúncios contextuais (em que o conteúdo está relacionado com as pesquisas que o utilizador faz ou com as páginas que este visita) tornaram-se muito atractivos para os anunciantes.</p>
<p>Outro problema tem sido a dificuldade em acompanhar a mudança. O Yahoo foi crescendo na lógica do final da década passada: oferecer todo o tipo de serviços e ser um ponto de entrada na Internet. Mas os tempos mudaram, observa o fundador do SAPO: “Os jardins fechados, ou era dos conteúdos exclusivos e das técnicas clássicas de retenção dos utilizadores, desapareceram”.</p>
<p><strong>Volta Microsoft</strong></p>
<p>No início deste mês, e ainda antes de se demitir, Jerry Yang já se tinha rendido: “Actualmente, o melhor para a Microsoft é comprar o Yahoo. Estamos à venda” – a declaração foi feita durante uma entrevista numa cimeira de tecnologia em S. Francisco.</p>
<p>O problema é que a Microsoft, pelo menos aparentemente, desistiu do negócio. Mesmo que queira voltar a sentar-se à mesa com o Yahoo, é útil à gigante do software mostrar-se desinteressada.</p>
<p>No dia em que Yang anunciou a demissão, as acções do Yahoo subiram quase 12 por cento, pelo meio de muita especulação sobre uma nova proposta de compra. No dia seguinte, a Microsoft declarou não estar sequer a pensar no assunto – as acções caíram 18 por cento.</p>
<p>Se muitos argumentam que a Microsoft é a única saída viável para o Yahoo, Celso Martinho diz não ter tantas certezas: “Ninguém sabe exactamente o que é a Microsoft ia fazer com o Yahoo e ninguém consegue dizer se a fusão ia criar valor ou destruir irreversivelmente o maior portal do mundo”.</p>
<p>Nos últimos meses, o Yahoo tentou ainda uma injecção de capital, através de uma parceria com a Google. O negócio faria com que esta passasse a gerir a publicidade associada às pesquisas feita no portal. Era um “remendo”, classifica o fundador do Sapo. Só que as autoridades reguladoras americanas franziram o sobrolho perante a possibilidade de monopólio e adivinhava-se uma longa batalha legal. Mas, desta vez, foi a Google a recuar e dizer que o negócio, afinal, não valia a pena.”</p>
<p>Fonte:<a href="http://blogues.publico.pt/tecnopolis/?p=171" target="_blank">tecnopolis</a></div>
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