Sapo Codebits 2011
summary :
Three days is not time to get to absorb all the “stuff of thought” that Codebits generates for those interested in programming andweb development, an event that has become a meeting point for this unique community geek.
Much of the more than 800 participants are focused on hacking and programming contests, or distracted by the various sites of interest created around the event, from the space Lego to game consoles, or moments like spicy dinner Nuclear Tacos. And no time to see the more than 70 presentations that take place in four stages simultaneously.
interview Celso Martinho (Sapo)
RTP (Daniel Catalão) :
http://danielcatalao.blogs.sapo.pt/58596.html
Summary and Videos (Portuguese)
http://tek.sapo.pt/multimedia/codebits2011_cada_vez_maior_e_melhor_1200284.html
http://tek.sapo.pt/extras/sugestoes/sugestao_tek_novas_perspetivas_e_dimensoes_do_1201370.html
http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/codebits2011_e_os_vencedores_sao_1200441.html
http://fotos.sapo.pt/pesquisa/?termos=codebits&listar=many&ordenar=relevancia&pagina=1#lista
http://www.flickr.com/search/?w=all&q=codebits&m=text
sapo sessions php
PHP
Ontem fui a assistir a uma sessão de php
Aqui fica um pequeno resumo da sessão :
Optimização de código
Usar sempre que possivel require_once em vez de include.
Nas strings usar o explode em vez do preg_split.
Usar arrays o php trabalha bem com arrays.
Evitar gravar as sessões e cookies em ficheiros, pois o acesso ao filesystem é sempre mais lento, de preferência utilizar o memcached.
Reduzir ciclos, querys , stats, remote resquests.
Não misturar HTML no meio da lógica . HTML Deve ser HTML.
Evitar as mensagens de erro do php, warnings, notices pois se aparecem é má programação.
<– Apache –>
Directory index
Se o nosso ficheiro de index é index.php deve estar logo na 1ª linha do directory index.
A maior parte dos casos temos.. index.html,index.js, index.asp, index.htm e só no fim é que aparece o index.php
.htaccess
Se não estamos a utilizar ficheiros .htaccess desligar o mesmo do apache.
Evitar os symlinks.
Novidades do PHP 5
Namespace
Reflection
Late Static Binding
Interface
Final Class
anonymous function
clone
SPL – Standard PHP library
SOLR
DATETIME
definir um date_default (sempre que se trabalha com datas)
Timezone
Memcache(d)
PECL
SQL – PDO
DataBase access layer
Simple XML
Webservices
O auth
SOAP
Streams
- Stream filters
–Stream contexts
–Stream erros
Magic quotes
Filter sanitize
Special chars
SuhosinPATH
desactivar CURL
desactivar remote links
Banir Ficheiros / binary
Zend server
Zend platform
Zend guard
Zend studio edit (debug)
APC (op code cache)
Strace
XDebug
Webgriad
Boas Práticas
Utilizar ficheiros de config, classes, definir sempre o time zone, classe debug, classe procedure, classe log, fire php.
Smarty Templates
Quem usa ?
Zend , xcart, xoops, open
Objectivo
Separar a lógica da apresentação
Estrutura de pastas do smarty
libs
templates
templates_c
cache
As smarty templates atenuam o cross site (XSS – injecção e colocação de exploits)
Frameworks php
Log4PHP
JavaScript : Prototype e LibSAPO.js
Apresentação Prototype e LibSAPO.js, realizada pelo Cláudio Gamboa na segunda SAPO Session.
Yahoo Arrependida
A Yahoo um dos maiores portais do mundo mostra-se arrependida por não ter vendido as suas acções a Microsoft.
As vezes a emoção é provoca má gestão e aqui fica uma lição para quando por vezes pensamos demasiado com o coração e menos com a cabeça.
Aqui fica um excerto do Texto publicado no suplemento de Economia do Público, a 28 de Novembro 2008
o Problema foi o sangue roxo de Jerry Yang
“Todos vocês sabem que eu tenho, e sempre terei, sangue roxo”. A afirmação é de Jerry Yang e o roxo é a cor de marca do Yahoo, site que fundou em 1994 e de que foi presidente executivo ao longo do último ano e meio.
A frase – parte da mensagem que enviou em Novembro a todos os funcionários, no dia em que anunciou o abandono do cargo – é a síntese do que muitos consideram ter sido o grande erro: demasiado ligado ao Yahoo, Yang deixou-se levar pelos sentimentos e fez tudo para fugir à proposta de compra com que a Microsoft avançou em Fevereiro.
Jerry Yang, 40 anos, faz parte da geração que na década de 90 via (e, provavelmente, ainda vê) a Microsoft como um gigante dominador da tecnologia. O Yahoo (tal como aconteceu com o Google, poucos anos depois) nasceu numa lógica de contra-corrente. Não surpreende que o fundador estivesse contra a possibilidade de vender a empresa ao império de Bill Gates, solução que era preferida por muitos analistas de mercado e muitos accionistas de referência, incluindo o multimilionário Carl Icahn, que chegou a tentar destronar a administração de Yang.
Celso Martinho, fundador do Sapo (o maior portal português, lançado em 1995 e assumidamente inspirado no Yahoo), considera que “financeiramente falando, é fácil concluir que a recusa da proposta da Microsoft foi um erro monumental de gestão”. Os números não enganam: a Microsoft ofereceu 31 dólares por acção (num total de 44 mil milhões). Hoje, e em parte arrastadas pela crise financeira, cada acção oscila entre os nove e os dez dólares.
O fundador do Sapo, no entanto, parece partilhar a visão de Yang: “Emocionalmente, se é que é permitido usar a emoção para falar de negócios desta magnitude (e talvez tenha sido este o maior erro do Jerry), prefiro a independência do Yahoo. Fazem um trabalho muito bom no campo da inovação e dos bons produtos de Internet e têm uma cultura única e uma imagem que gostaria de ver preservadas. Acho que a Microsoft ainda é a antítese disto tudo”.
A rejeição do negócio com a Microsoft não será o único erro a pesar na memória dos executivos do Yahoo. O portal tem visto fugir a sua principal fonte de receitas – os anúncios publicitários – para a mão da rival Google. Mas, num longínquo 2002, o portal desperdiçou a oportunidade de comprar o motor de busca desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin.
O outro erro
Em 2002, o CEO era Terry Semel, um executivo vindo da Warner, que mal usava a Internet e que deixou poucas saudades aos accionistas. Page e Brin abordaram o Yahoo em busca de uma injecção de capital. Semel avançou com a possibilidade de compra – mas achou que não valia a pena ir além de uma oferta de três mil milhões de dólares. Os dois jovens recusaram (o preço era uma bagatela, comparado com a valorização bolsista que a empresa conseguiu nos anos seguintes).
A pesquisa é vital nas contas do Yahoo e a ascenção da Google foi um golpe duro. Isto apesar de o portal oferecer dezenas de serviços diferentes para além da busca. “A pesquisa é a aplicação-chave da Internet e é da maior importância para qualquer portal”, explica Celso Martinho. “Primeiro, pesquisar é de longe o que as pessoas mais fazem na Internet e, segundo, a pesquisa é uma plataforma valiosíssima do ponto de vista do negócio”.
Em poucos anos, o Google ascendeu ao estatudo de motor de busca mais conhecido do mundo e os seus pequenos anúncios contextuais (em que o conteúdo está relacionado com as pesquisas que o utilizador faz ou com as páginas que este visita) tornaram-se muito atractivos para os anunciantes.
Outro problema tem sido a dificuldade em acompanhar a mudança. O Yahoo foi crescendo na lógica do final da década passada: oferecer todo o tipo de serviços e ser um ponto de entrada na Internet. Mas os tempos mudaram, observa o fundador do SAPO: “Os jardins fechados, ou era dos conteúdos exclusivos e das técnicas clássicas de retenção dos utilizadores, desapareceram”.
Volta Microsoft
No início deste mês, e ainda antes de se demitir, Jerry Yang já se tinha rendido: “Actualmente, o melhor para a Microsoft é comprar o Yahoo. Estamos à venda” – a declaração foi feita durante uma entrevista numa cimeira de tecnologia em S. Francisco.
O problema é que a Microsoft, pelo menos aparentemente, desistiu do negócio. Mesmo que queira voltar a sentar-se à mesa com o Yahoo, é útil à gigante do software mostrar-se desinteressada.
No dia em que Yang anunciou a demissão, as acções do Yahoo subiram quase 12 por cento, pelo meio de muita especulação sobre uma nova proposta de compra. No dia seguinte, a Microsoft declarou não estar sequer a pensar no assunto – as acções caíram 18 por cento.
Se muitos argumentam que a Microsoft é a única saída viável para o Yahoo, Celso Martinho diz não ter tantas certezas: “Ninguém sabe exactamente o que é a Microsoft ia fazer com o Yahoo e ninguém consegue dizer se a fusão ia criar valor ou destruir irreversivelmente o maior portal do mundo”.
Nos últimos meses, o Yahoo tentou ainda uma injecção de capital, através de uma parceria com a Google. O negócio faria com que esta passasse a gerir a publicidade associada às pesquisas feita no portal. Era um “remendo”, classifica o fundador do Sapo. Só que as autoridades reguladoras americanas franziram o sobrolho perante a possibilidade de monopólio e adivinhava-se uma longa batalha legal. Mas, desta vez, foi a Google a recuar e dizer que o negócio, afinal, não valia a pena.”
Fonte:tecnopolis


