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SteadyState – Congele o seu computador.

Este programa feito pela Microsoft permite restringir a certos utilizadores o uso do computador, desde o tempo de sessão, a programas a serem executados. Este programa é o indicado para ciber-cafés, bibliotecas escolares ou mesmo em casa.

Funcionalidades:

1. Restrições do Computador:

  • Remover a conta de administrador do ecrã de boas vindas
  • Não criação de pastas e ficheiros na drive C:\

2. Restrições dos Utilizadores:

  • Tempo de Sessão do utilizador
  • Atalhos do Menu Iniciar
  • Acesso a Drives
  • “Auto-play” das drives de DVD, USB
  • Acesso ao registo do sistema
  • Acesso ao Gestor de tarefas
  • Bloqueio de sessão

3. Restrições de funcionalidades do Internet Explorer:

  • Acesso à Internet
  • Impressões
  • Menus de configuração
  • Barras de ferramentas
  • Página de Abertura
  • Filtro de páginas web

4. Restrições de funcionalidades do MS Office:

  • Add-ins
  • Macros

5. Restrições Programas:

  • Bloqueio de programas

6. Protecção do disco:

Esta funcionalidade serve para quando os utilizadores instalam programas indesejados, spyware ou trojans, com um simples reiniciar as alterações desaparecem todas, como contrapartida requer entre 45% e 50% do espaço livre do disco.

No início de cada sessão, é apresentado ao utilizador uma mensagem de informação a dizer que os dados não iram ser guardados e para guardar as alterações efectuadas numa drive USB.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows XP /Vista
Download: SteadyState [6,35 MB]
Homepage: Microsoft.com

Fonte:Peopleware

Apple Vs Microsoft 1084

1ª Apresentação do Apple Macintosh, em 1984 por Steve Jobs

História

Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Ele é muito utilizado para o tratamento de vídeo, imagem e som.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh

Steve Ballmer vendendo o Windows 1.0

História

Foi lançado em 20 de Novembro de 1985. Era necessário o MS-DOS 2.0, 256 KB RAM e um hard drive. Naquela altura, o MS-DOS só conseguia suportar 1 MB de aplicações. Era uma primeira tentativa de criar um sistema multitarefa. Nessa época, instalado em computadores XTs que tinham apenas 512Kb de memória, ocupava praticamente toda a memória disponível. Inicialmente, ele foi lançado em 4 disquetes de 360 KB cada um. Continha o Reversi (jogo), um calendário, bloco de notas, calculadora, relógio, “command prompt”, Write, Control Panel, Paint e programas de comunicação.

Interface

O Windows 1.0 trouxe, ao usuário, uma interface bem colorida, isso no monitor em cores, que era um artefato raro e bem inacessível para a época, foi o primeiro sistema da Microsoft Corporation a utilizar mouse, janelas e ícones. Nesta versão ainda não havia sobreposição de janelas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_1.0

Yahoo Arrependida

A Yahoo um dos maiores portais do mundo mostra-se arrependida por não ter vendido as suas acções a Microsoft.

As vezes a emoção é provoca má gestão e aqui fica uma lição para quando por vezes pensamos demasiado com o coração e menos com a cabeça.

Aqui fica um excerto do Texto publicado no suplemento de Economia do Público, a 28 de Novembro 2008

o Problema foi o sangue roxo de Jerry Yang

“Todos vocês sabem que eu tenho, e sempre terei, sangue roxo”. A afirmação é de Jerry Yang e o roxo é a cor de marca do Yahoo, site que fundou em 1994 e de que foi presidente executivo ao longo do último ano e meio.

A frase – parte da mensagem que enviou em Novembro a todos os funcionários, no dia em que anunciou o abandono do cargo – é a síntese do que muitos consideram ter sido o grande erro: demasiado ligado ao Yahoo, Yang deixou-se levar pelos sentimentos e fez tudo para fugir à proposta de compra com que a Microsoft avançou em Fevereiro.

Jerry Yang, 40 anos, faz parte da geração que na década de 90 via (e, provavelmente, ainda vê) a Microsoft como um gigante dominador da tecnologia. O Yahoo (tal como aconteceu com o Google, poucos anos depois) nasceu numa lógica de contra-corrente. Não surpreende que o fundador estivesse contra a possibilidade de vender a empresa ao império de Bill Gates, solução que era preferida por muitos analistas de mercado e muitos accionistas de referência, incluindo o multimilionário Carl Icahn, que chegou a tentar destronar a administração de Yang.

Celso Martinho, fundador do Sapo (o maior portal português, lançado em 1995 e assumidamente inspirado no Yahoo), considera que “financeiramente falando, é fácil concluir que a recusa da proposta da Microsoft foi um erro monumental de gestão”. Os números não enganam: a Microsoft ofereceu 31 dólares por acção (num total de 44 mil milhões). Hoje, e em parte arrastadas pela crise financeira, cada acção oscila entre os nove e os dez dólares.

O fundador do Sapo, no entanto, parece partilhar a visão de Yang: “Emocionalmente, se é que é permitido usar a emoção para falar de negócios desta magnitude (e talvez tenha sido este o maior erro do Jerry), prefiro a independência do Yahoo. Fazem um trabalho muito bom no campo da inovação e dos bons produtos de Internet e têm uma cultura única e uma imagem que gostaria de ver preservadas. Acho que a Microsoft ainda é a antítese disto tudo”.

A rejeição do negócio com a Microsoft não será o único erro a pesar na memória dos executivos do Yahoo. O portal tem visto fugir a sua principal fonte de receitas – os anúncios publicitários – para a mão da rival Google. Mas, num longínquo 2002, o portal desperdiçou a oportunidade de comprar o motor de busca desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin.

O outro erro

Em 2002, o CEO era Terry Semel, um executivo vindo da Warner, que mal usava a Internet e que deixou poucas saudades aos accionistas. Page e Brin abordaram o Yahoo em busca de uma injecção de capital. Semel avançou com a possibilidade de compra – mas achou que não valia a pena ir além de uma oferta de três mil milhões de dólares. Os dois jovens recusaram (o preço era uma bagatela, comparado com a valorização bolsista que a empresa conseguiu nos anos seguintes).

A pesquisa é vital nas contas do Yahoo e a ascenção da Google foi um golpe duro. Isto apesar de o portal oferecer dezenas de serviços diferentes para além da busca. “A pesquisa é a aplicação-chave da Internet e é da maior importância para qualquer portal”, explica Celso Martinho. “Primeiro, pesquisar é de longe o que as pessoas mais fazem na Internet e, segundo, a pesquisa é uma plataforma valiosíssima do ponto de vista do negócio”.

Em poucos anos, o Google ascendeu ao estatudo de motor de busca mais conhecido do mundo e os seus pequenos anúncios contextuais (em que o conteúdo está relacionado com as pesquisas que o utilizador faz ou com as páginas que este visita) tornaram-se muito atractivos para os anunciantes.

Outro problema tem sido a dificuldade em acompanhar a mudança. O Yahoo foi crescendo na lógica do final da década passada: oferecer todo o tipo de serviços e ser um ponto de entrada na Internet. Mas os tempos mudaram, observa o fundador do SAPO: “Os jardins fechados, ou era dos conteúdos exclusivos e das técnicas clássicas de retenção dos utilizadores, desapareceram”.

Volta Microsoft

No início deste mês, e ainda antes de se demitir, Jerry Yang já se tinha rendido: “Actualmente, o melhor para a Microsoft é comprar o Yahoo. Estamos à venda” – a declaração foi feita durante uma entrevista numa cimeira de tecnologia em S. Francisco.

O problema é que a Microsoft, pelo menos aparentemente, desistiu do negócio. Mesmo que queira voltar a sentar-se à mesa com o Yahoo, é útil à gigante do software mostrar-se desinteressada.

No dia em que Yang anunciou a demissão, as acções do Yahoo subiram quase 12 por cento, pelo meio de muita especulação sobre uma nova proposta de compra. No dia seguinte, a Microsoft declarou não estar sequer a pensar no assunto – as acções caíram 18 por cento.

Se muitos argumentam que a Microsoft é a única saída viável para o Yahoo, Celso Martinho diz não ter tantas certezas: “Ninguém sabe exactamente o que é a Microsoft ia fazer com o Yahoo e ninguém consegue dizer se a fusão ia criar valor ou destruir irreversivelmente o maior portal do mundo”.

Nos últimos meses, o Yahoo tentou ainda uma injecção de capital, através de uma parceria com a Google. O negócio faria com que esta passasse a gerir a publicidade associada às pesquisas feita no portal. Era um “remendo”, classifica o fundador do Sapo. Só que as autoridades reguladoras americanas franziram o sobrolho perante a possibilidade de monopólio e adivinhava-se uma longa batalha legal. Mas, desta vez, foi a Google a recuar e dizer que o negócio, afinal, não valia a pena.”

Fonte:tecnopolis

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