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Posts tagged ‘Microsoft’

3
Mar

SteadyState — Congele o seu computador.

Este pro­grama feito pela Microsoft per­mite restringir a cer­tos uti­lizadores o uso do com­puta­dor, desde o tempo de sessão, a pro­gra­mas a serem exe­cu­ta­dos. Este pro­grama é o indi­cado para ciber-cafés, bib­liote­cas esco­lares ou mesmo em casa.

Fun­cional­i­dades:

1. Restrições do Computador:

  • Remover a conta de admin­istrador do ecrã de boas vindas
  • Não cri­ação de pas­tas e ficheiros na drive C:\

2. Restrições dos Utilizadores:

  • Tempo de Sessão do utilizador
  • Atal­hos do Menu Iniciar
  • Acesso a Drives
  • Auto-play” das dri­ves de DVDUSB
  • Acesso ao reg­isto do sistema
  • Acesso ao Gestor de tarefas
  • Blo­queio de sessão

3. Restrições de fun­cional­i­dades do Inter­net Explorer:

  • Acesso à Internet
  • Impressões
  • Menus de configuração
  • Bar­ras de ferramentas
  • Página de Abertura
  • Fil­tro de pági­nas web

4. Restrições de fun­cional­i­dades do MS Office:

  • Add-ins
  • Macros

5. Restrições Programas:

  • Blo­queio de programas

6. Pro­tecção do disco:

Esta fun­cional­i­dade serve para quando os uti­lizadores insta­lam pro­gra­mas inde­se­ja­dos, spy­ware ou tro­jans, com um sim­ples reini­ciar as alter­ações desa­pare­cem todas, como con­tra­partida requer entre 45% e 50% do espaço livre do disco.

No iní­cio de cada sessão, é apre­sen­tado ao uti­lizador uma men­sagem de infor­mação a dizer que os dados não iram ser guarda­dos e para guardar as alter­ações efec­tu­adas numa drive USB.

Licença: Free­ware
Sis­temas Oper­a­tivos: Win­dows XP /Vista
Down­load: SteadyS­tate [6,35 MB]
Home­page: Microsoft.com

Fonte:Peo­ple­ware

27
Jan

Apple Vs Microsoft 1084

1ª Apre­sen­tação do Apple Mac­in­tosh, em 1984 por Steve Jobs

História

Mac­in­tosh, ou Mac, é o nome dos com­puta­dores pes­soais fab­ri­ca­dos e com­er­cial­iza­dos pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIn­tosh, um tipo de maçã apre­ci­ado por Jef Raskin. O Apple Mac­in­tosh foi o primeiro com­puta­dor pes­soal a pop­u­larizar a inter­face grá­fica (GUI), na época um desen­volvi­mento rev­olu­cionário. Ele é muito uti­lizado para o trata­mento de vídeo, imagem e som.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh

Steve Ballmer vendendo o Win­dows 1.0

História

Foi lançado em 20 de Novem­bro de 1985. Era necessário o MS-DOS 2.0, 256 KB RAM e um hard drive. Naquela altura, o MS-DOS só con­seguia supor­tar 1 MB de apli­cações. Era uma primeira ten­ta­tiva de criar um sis­tema mul­titarefa. Nessa época, insta­l­ado em com­puta­dores XTs que tin­ham ape­nas 512Kb de memória, ocu­pava prati­ca­mente toda a memória disponível. Ini­cial­mente, ele foi lançado em 4 dis­quetes de 360 KB cada um. Con­tinha o Reversi (jogo), um cal­endário, bloco de notas, cal­cu­ladora, reló­gio, “com­mand prompt”, Write, Con­trol Panel, Paint e pro­gra­mas de comunicação.

Inter­face

O Win­dows 1.0 trouxe, ao usuário, uma inter­face bem col­orida, isso no mon­i­tor em cores, que era um artefato raro e bem inacessível para a época, foi o primeiro sis­tema da Microsoft Cor­po­ra­tion a uti­lizar mouse, janelas e ícones. Nesta ver­são ainda não havia sobreposição de janelas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_1.0

5
Dez

Yahoo Arrependida

A Yahoo um dos maiores por­tais do mundo mostra-se arrepen­dida por não ter ven­dido as suas acções a Microsoft.

As vezes a emoção é provoca má gestão e aqui fica uma lição para quando por vezes pen­samos demasi­ado com o coração e menos com a cabeça.

Aqui fica um excerto do Texto pub­li­cado no suple­mento de Econo­mia do Público, a 28 de Novem­bro 2008

o Prob­lema foi o sangue roxo de Jerry Yang

Todos vocês sabem que eu tenho, e sem­pre terei, sangue roxo”. A afir­mação é de Jerry Yang e o roxo é a cor de marca do Yahoo, site que fun­dou em 1994 e de que foi pres­i­dente exec­u­tivo ao longo do último ano e meio.

A frase – parte da men­sagem que enviou em Novem­bro a todos os fun­cionários, no dia em que anun­ciou o aban­dono do cargo – é a sín­tese do que muitos con­sid­eram ter sido o grande erro: demasi­ado lig­ado ao Yahoo, Yang deixou-se levar pelos sen­ti­men­tos e fez tudo para fugir à pro­posta de com­pra com que a Microsoft avançou em Fevereiro.

Jerry Yang, 40 anos, faz parte da ger­ação que na década de 90 via (e, provavel­mente, ainda vê) a Microsoft como um gigante dom­i­nador da tec­nolo­gia. O Yahoo (tal como acon­te­ceu com o Google, poucos anos depois) nasceu numa lóg­ica de contra-corrente. Não sur­preende que o fun­dador estivesse con­tra a pos­si­bil­i­dade de vender a empresa ao império de Bill Gates, solução que era preferida por muitos anal­is­tas de mer­cado e muitos accionistas de refer­ên­cia, incluindo o mul­ti­m­il­ionário Carl Icahn, que chegou a ten­tar destronar a admin­is­tração de Yang.

Celso Mar­t­inho, fun­dador do Sapo (o maior por­tal por­tuguês, lançado em 1995 e assum­i­da­mente inspi­rado no Yahoo), con­sid­era que “finan­ceira­mente falando, é fácil con­cluir que a recusa da pro­posta da Microsoft foi um erro mon­u­men­tal de gestão”. Os números não enganam: a Microsoft ofer­e­ceu 31 dólares por acção (num total de 44 mil mil­hões). Hoje, e em parte arras­tadas pela crise finan­ceira, cada acção oscila entre os nove e os dez dólares.

O fun­dador do Sapo, no entanto, parece par­til­har a visão de Yang: “Emo­cional­mente, se é que é per­mi­tido usar a emoção para falar de negó­cios desta mag­ni­tude (e talvez tenha sido este o maior erro do Jerry), pre­firo a inde­pendên­cia do Yahoo. Fazem um tra­balho muito bom no campo da ino­vação e dos bons pro­du­tos de Inter­net e têm uma cul­tura única e uma imagem que gostaria de ver preser­vadas. Acho que a Microsoft ainda é a antítese disto tudo”.

A rejeição do negó­cio com a Microsoft não será o único erro a pesar na memória dos exec­u­tivos do Yahoo. O por­tal tem visto fugir a sua prin­ci­pal fonte de receitas – os anún­cios pub­lic­itários – para a mão da rival Google. Mas, num longín­quo 2002, o por­tal des­perdiçou a opor­tu­nidade de com­prar o motor de busca desen­volvido por Larry Page e Sergey Brin.

O outro erro

Em 2002, o CEO era Terry Semel, um exec­u­tivo vindo da Warner, que mal usava a Inter­net e que deixou pou­cas saudades aos accionistas. Page e Brin abor­daram o Yahoo em busca de uma injecção de cap­i­tal. Semel avançou com a pos­si­bil­i­dade de com­pra – mas achou que não valia a pena ir além de uma oferta de três mil mil­hões de dólares. Os dois jovens recusaram (o preço era uma bagatela, com­parado com a val­oriza­ção bol­sista que a empresa con­seguiu nos anos seguintes).

A pesquisa é vital nas con­tas do Yahoo e a ascenção da Google foi um golpe duro. Isto ape­sar de o por­tal ofer­e­cer dezenas de serviços difer­entes para além da busca. “A pesquisa é a aplicação-chave da Inter­net e é da maior importân­cia para qual­quer por­tal”, explica Celso Mar­t­inho. “Primeiro, pesquisar é de longe o que as pes­soas mais fazem na Inter­net e, segundo, a pesquisa é uma plataforma valiosís­sima do ponto de vista do negócio”.

Em poucos anos, o Google ascen­deu ao estatudo de motor de busca mais con­hecido do mundo e os seus pequenos anún­cios con­tex­tu­ais (em que o con­teúdo está rela­cionado com as pesquisas que o uti­lizador faz ou com as pági­nas que este visita) tornaram-se muito atrac­tivos para os anunciantes.

Outro prob­lema tem sido a difi­cul­dade em acom­pan­har a mudança. O Yahoo foi crescendo na lóg­ica do final da década pas­sada: ofer­e­cer todo o tipo de serviços e ser um ponto de entrada na Inter­net. Mas os tem­pos mudaram, observa o fun­dador do SAPO: “Os jardins fecha­dos, ou era dos con­teú­dos exclu­sivos e das téc­ni­cas clás­si­cas de retenção dos uti­lizadores, desapareceram”.

Volta Microsoft

No iní­cio deste mês, e ainda antes de se demi­tir, Jerry Yang já se tinha ren­dido: “Actual­mente, o mel­hor para a Microsoft é com­prar o Yahoo. Esta­mos à venda” – a declar­ação foi feita durante uma entre­vista numa cimeira de tec­nolo­gia em S. Francisco.

O prob­lema é que a Microsoft, pelo menos aparente­mente, desis­tiu do negó­cio. Mesmo que queira voltar a sentar-se à mesa com o Yahoo, é útil à gigante do soft­ware mostrar-se desinteressada.

No dia em que Yang anun­ciou a demis­são, as acções do Yahoo subi­ram quase 12 por cento, pelo meio de muita espec­u­lação sobre uma nova pro­posta de com­pra. No dia seguinte, a Microsoft declarou não estar sequer a pen­sar no assunto – as acções caíram 18 por cento.

Se muitos argu­men­tam que a Microsoft é a única saída viável para o Yahoo, Celso Mar­t­inho diz não ter tan­tas certezas: “Ninguém sabe exac­ta­mente o que é a Microsoft ia fazer com o Yahoo e ninguém con­segue dizer se a fusão ia criar valor ou destruir irre­ver­sivel­mente o maior por­tal do mundo”.

Nos últi­mos meses, o Yahoo ten­tou ainda uma injecção de cap­i­tal, através de uma parce­ria com a Google. O negó­cio faria com que esta pas­sasse a gerir a pub­li­ci­dade asso­ci­ada às pesquisas feita no por­tal. Era um “remendo”, clas­si­fica o fun­dador do Sapo. Só que as autori­dades reg­u­lado­ras amer­i­canas franzi­ram o sobrolho per­ante a pos­si­bil­i­dade de monopólio e adivinhava-se uma longa batalha legal. Mas, desta vez, foi a Google a recuar e dizer que o negó­cio, afi­nal, não valia a pena.”

Fonte:tec­nop­o­lis

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