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Posts from the ‘Security’ Category

8
Abr

How Secure is Your Password?

Where does your pass­word fit in the table and how secure is it?

27
Fev

Top 10 security tools

On the bright side, with the num­ber of attacks increas­ing, there are now a slew of tools to detect and stop mal­ware and crack­ing attempts. The open source world has many such util­i­ties (and dis­tros). Here, I must men­tion Back­Track Linux, which has gained inter­na­tional fame for its wide range of vul­ner­a­bil­ity assess­ment and dig­i­tal foren­sics soft­ware util­i­ties. The most recent ver­sion also con­tains pow­er­ful wire­less vul­ner­a­bil­ity test­ing tools.

 

The top Web secu­rity assess­ment tools

  • Nikto
  • Samu­rai framework
  • Safe3 scan­ner
  • Web­se­cu­rify
  • SQLmap

The top net­work secu­rity assess­ment tools

  • Wire­shark
  • Nmap
  • Metas­ploit
  • Open­VAS
  • Air­crack

More info

4
Mai

Um IP não é uma pessoa

Já algum tempo dizia e até que enfim que alguém con­firma isso.

Hoje atraves de uma leitura no aberto até de madru­gada vi este post muito inter­es­sante onde um juiz norte amer­i­cano veio con­fir­mar isso.

Pois hoje em dia com a quan­ti­dade de redes wire­less disponíveis, e a tec­nolo­gia ao nosso dis­por  ”facil­mente” se parte a segu­rança da rede wire­less do viz­inho e a par­tir dai podemos uti­lizar o seu ip, ou seja esta­mos a uti­lizar o seu ip e a usá-lo pela inter­net fora.

Dados estes fac­tos,  o endereço ip como prova não dev­e­ria ser aceite em tri­bunal. Pois é facil­mente manipulável.

Podem ler mais em :

http://abertoatedemadrugada.com/2011/05/um-ip-nao-e-uma-pessoa.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+AbertoAteDeMadrugada+%28Aberto+at%C3%A9+de+Madrugada%29

17
Dez

Lista de Passwords mais usadas em Portugal

Aqui fica uma lista das pass­words mais usadas em Portugal.

111111 car­olina madalena
12345 car­pediem madeira
123456 casanova madrid
1234567 cas­cais mafalda
12345678 cata­rina mar­garida
123456789 choco­late maria
131313 clau­dia mar­i­ana
1qaz2wsx coim­bra mar­t­inha
666666 cristina matilde
696969 duarte miguel
afonso econo­mia mon­ica
alexan­dra eduardo oliveira
alexan­dre emprego papoila
algarve estrela patri­cia
almada estre­las pipoca
anin­has fcporto por­tu­gal
anto­nio feli­ci­dade qwerty
bal­tazar fer­rari raquel
banana fer­reira ricardo
barcelona fil­ipa rit­inha
beat­riz fil­ipe rodrigo
bele­nenses fran­cisca sal­vador
benedita fran­cisco san­dra
ben­fica fred­erico sebas­tiao
benfica1 golfinho slben­fica
bernardo goncalo sport­ing
bor­bo­leta helena sucesso
brasil hen­rique sun­shine
briosa joan­inha susana
car­alho liber­dade teresa
careca lis­boa teresinha
car­los lon­dres tobias
car­lota lourenco ver­melho

Copi­ado do Blog do Miguel Almeida per­ito em segurança

27
Set

como passar informação secreta

Hoje em dia é pos­sível pas­sar infor­mação sec­reta den­tro de uma imagem para que não seja inter­cep­tada, por out­ras fontes. para isso basta que no win­dows tenha o win­rar insta­l­ado, junte a imagem e os ficheiros secre­tos que pre­tende escon­der, e criei só um ficheiro do tipo foto.rar em seguida vá até a linha de coman­dos do win­dows e dig­ite na pasta que con­tem esse ficheiro : copy /b foto.jpg + foto.rar ficheiroseguro.jpg e fica como uma imagem.

Depois para aceder a infor­mação pri­vada é só mudar a exten­são do ficheiroseguro.jpg para .rar

Nota: é acon­sel­havel usar uma pass­word quando com­primir os ficheiros secre­tos com o winrar.

http://www.sizlopedia.com/2008/01/23/how-to-hide-important-files-inside-a-picture/

27
Mai

Apache seguro

Hoje em dia a segu­rança é de um servi­dor que esteja lig­ado a inter­net é muito impor­tante, emb­ora exis­tam algu­mas empre­sas / pes­soas a descoroar a segurança.

Para vos mostrar que não esta­mos seguros, deixo aqui um soft­ware gra­tu­ito que per­mite detec­tar algu­mas fal­has de segu­rança em servi­dores. Para que pos­sam corrigi-las

http://www.mavitunasecurity.com/communityedition/

Abaixo segue um texto reti­rado do blog do Amigo Ruben Alves, que explica como tornar mais seguro um servi­dor apache..

Hoje fiquei fasci­nado com a leitura de um artigo sobre uma empresa de segu­rança (audi­to­rias, pen­test­ing etc..) que para mostrar o exem­plo, tin­ham tudo con­tra eles… Basi­ca­mente, estão num host da Amen com servi­dores próprios, cor­rem um joomla da treta, Apache 2, PHP, etc… Enfim, o servi­dor nor­mal de qual­quer mor­tal.
Cer­ta­mente que o meu fascínio teria ter­mi­nado bem rap­i­da­mente caso não fosse o site da empresa estar no ramo da segu­rança infor­mática. Foi então que me lem­brei em escr­ever uma série de pequenos tex­tos sobre segu­rança infor­mática e como silen­ciar os malditos serviços que tan­tas fin­ger­prints geram.
As evidên­cias resid­u­ais ou efec­ti­vas das apli­cações em pro­dução são de facto os primeiros ele­men­tos em qual­quer tipo de ataque. Nos ataques web, o primeiro a ser ver­i­fi­cado é sem dúvida o servi­dor web, seguindo da camada apli­ca­cional. A metodolo­gia para desco­brir as fin­ger­prints segue os seguintes pontos:

  • Iden­ti­ficar a arqui­tec­tura web/topologia
    Ver­i­ficar a existên­cia de DMZ, servi­dor Proxy/Reverse Proxy, Load­bal­ancer, Fire­wall apli­ca­cional (Ex: Mod­Se­cu­rity) etc…
  • Iden­ti­ficar a ver­são do servi­dor web
    Ver­i­ficar de qual é o tipo do servi­dor – Microsoft, Apache, Ngnix etc.. E claro a sua versão.
  • Iden­ti­ficar a(s) aplicação(ões) web
    Ver­i­ficar o tipo das apli­cações web estão a cor­rer no servi­dor como por exem­plo Web­min, Joomla, PhpMyAdmin
  • Iden­ti­ficar a base de dados
    Ver­i­ficar se o sis­tema pos­sui um sis­tema de base de dados, se sim, os ataques por SQL Injec­tion podem sofrer alter­ações caso trate-se de um MySQL, Post­greSQL, SQL SERVER. O ataque directo ao SGBD tam­bém pode ser real­izado caso este último não esteja dev­i­da­mente protegido.
  • Iden­ti­ficar web ser­vices
    CrossOver com o WSDL e acesso directo à plataforma de serviços.

Neste texto ire­mos ver como difi­cul­tar o segundo ponto ape­nas com algu­mas alter­ações no ficheiro de con­fig­u­ração do Apache.

Server­To­ken

Com ape­nas uma linha, podemos silen­ciar o apache de forma quase per­feita. Em tudo o que é Debian e Ubuntu (ainda tenho de ver­i­ficar isso em Cen­tOS) o ficheiro de con­fig­u­ração prin­ci­pal omite o valor Server­Prod, tomando a por valor por omis­são Full. A ideia, é criar uma nova linha com o valor cor­recto, neste caso Prod.

Server­To­kens prod

Basta esta pequena alter­ação para pas­sar de um servi­dor web muito con­ver­sador para algo de reservado.

A ideia por trás desta manip­u­lação é obvi­a­mente escon­der o máx­imo de detal­hes pos­sível sobre o tipo de apli­cações que estão a cor­rer no nosso servi­dor. Ao dar o número de ver­são do Apache, do PHP e infor­mar sobre a existên­cia do Suhosin-Patch, esta­mos de certa forma a dar a estru­tura da porta de casa ao ata­cante.  Ao ter o con­hec­i­mento destes dados, facil­mente procu­ram exploits, lim­i­tações que podem ser explo­radas com a final­i­dade de com­pro­m­e­ter a máquina.
Exis­tem out­ras alter­ações ao Apache que podem ser feitas de forma a sim­ples­mente elim­i­nar o nome do servi­dor, ou mesmo ainda invo­car o erro por parte do ata­cante ao especi­ficar outro tipo de servi­dor (de outra empresa, ou mesmo outro de tipo de ver­sões). Mais com­plexo, pode-se igual­mente com­pi­lar o código fonte do Apache já com o nome do servi­dor que dese­jamos no código fonte (um texto para breve). Para os menos aven­tureiros, é pos­sível igual­mente mudar o nome do servi­dor através do Mod­Se­cu­rity. A solução ideal é mesmo disponi­bi­lizar o mín­imo de infor­mações pos­síveis sobre o servi­dor de forma a difi­cul­tar a vida ao ata­cante de uma forma ou de outra.

ServerSig­na­ture

Depois de indicar o tipo de server­to­ken, a própria assi­natura do servi­dor fica difer­ente. Os famosos erros 404 por omis­são apre­sen­tam uma página branco com o erro, e claro toda a infor­mação do servidor.

ServerSig­na­ture Off

Ao desli­gar o ServerSig­na­ture, toda a infor­mação com­ple­men­tar e inútil sim­ples­mente desaparece.

Homes Direc­to­ries

Nada de mel­hor do que as homes direc­to­ries para desco­brir os uti­lizadores do servi­dor. Um ataque por brute­force aos uti­lizadores sim­pli­fica em muito o processo de descoberta das palavras chaves.
Uma das for­mas para impedir a cri­ação das homes direc­to­ries é sim­ples­mente adi­cionar a seguinte configuração:

<Direc­tory /usr/users/*/public_html>
Order Deny,Allow
Allow from all
</Directory>
<Direc­tory /usr/local/httpd>
Order Deny,Allow
Allow from all
</Directory>

robots.txt

O ver­dadeiro falso amigo! Todos o uti­lizam para impedir os crawlers (ex: Yahoo, Google­bot etc..) em nave­gar em zonas restri­tas (geral­mente em direc­to­rias do tipo: /admin, /gestao, /root, /administration). Mau, muito mau! Ao indicar este tipo de infor­mações ao ficheiro, estão direc­ta­mente a dizer ao ata­cante onde está escon­dida o vosso back­end! O mel­hor é mesmo criar uma pasta com­ple­ta­mente difer­ente (ex: como se fosse uma pass­word: /W31rd0—here) sem qual­quer refer­ên­cia no código HTML a ficheiros, sitemap, e claro no robots.txt.

Ao longo dos próx­i­mos tem­pos irei descr­ever um pouco mais sobre metodolo­gias de fin­ger­print­ing, e como pro­te­ger os servi­dores mais efi­caz­mente. Antes de ter­mi­nar este texto, que­ria referir, que ape­sar de mais com­plexo, a com­pi­lação própria do Apache (em vez dos RPM ou DEB) mel­hora o desem­penho do servi­dor, tanto a nível de desem­penho como de segu­rança (com­pi­lando ape­nas o que é necessário – criando assim um servi­dor à medida).

Fonte: Ruben Alves

5
Abr

XSS roubar passwords no Firefox

Com Cross Site Script­ing (XSS) consegue-se aceder às pass­words no gestor de pass­words do Fire­fox (téc­ni­cas semel­hantes podem ser usadas para o Inter­net Explorer, Safari, Chrome, Opera e outros).

Por norma de segu­rança não use a opção de deixar que o browser mem­o­rize as passwords.

Veja o exem­plo abaixo:

http://ha.ckers.org/weird/xss-password-manager.html

5
Abr

Quanto tempo demora a quebrar uma password?

A propósito dos req­ui­si­tos mín­i­mos para definir uma boa pass­word, e na sequên­cia de um apon­ta­mento que li no Dar­ing Fire­ball, lembrei-me de apon­tar por aqui uma tabela, roubada sem ver­gonha de um estudo da Geod­Soft, que ilus­tra, para dois tipos de com­posições de pass­words, o tempo necessário para quebrá-las.

Os val­ores apre­sen­ta­dos pres­supõem que é uti­lizado um com­puta­dor com capaci­dade para exe­cu­tar, local­mente, 1.000.000 de oper­ações crip­tográ­fi­cas por segundo — val­ores triv­i­ais nas máquinas cor­rentes. Para além disso, e para não haver quais­quer dúvi­das sobre o sig­nifi­cado dos números desta tabela, o con­texto para este exer­cí­cio pres­supõe que a pass­word em análise já foi cap­turada, emb­ora esteja ainda cifrada. Isto é, o tempo apre­sen­tado cor­re­sponde ao tempo necessário para decifrar essa pass­word, assu­mindo que todas as com­bi­nações pos­síveis são tentadas.

Final­mente, para inter­pretarem cor­rec­ta­mente estes dados, resta-me acres­cen­tar que a primeira col­una con­tém o tamanho, em car­ac­teres, dessa pass­word; a segunda col­una apre­senta o caso em que a com­posição é real­izada exclu­si­va­mente com letras mínus­cu­las; e, por último, a ter­ceira col­una ilus­tra uma situ­ação em que são uti­liza­dos car­ac­teres de um con­junto de 95 pos­si­bil­i­dades, cor­re­spon­dentes aos car­ac­teres que podem ser impres­sos no código ASCII.

Número car­ac­teres Pass­word com­posta
por letras minúsculas
Pass­word com­posta por múlti­p­los caracteres
3 0,02 segun­dos 0,86 segun­dos
4 0,46 segun­dos 1,36 min­u­tos
5 11,90 segun­dos 2,15 horas
6 5,15 min­u­tos 8,51 dias
7 2,23 horas 2,21 anos
8 2,42 dias 2,10 sécu­los
9 2,07 meses 20,00 milénios
10 4,48 anos 1.899,00 milénios
11 1,16 sécu­los 180.365,00 milénios
12 3,03 milénios 17.187.705,00 milénios
13 78,70 milénios 1.627.797.068,00 milénios
14 2.046,00 milénios 154.640.721.434,00 milénios

Pela sim­ples leitura destes dados, sem quais­quer out­ras análises, podemos con­cluir ime­di­ata­mente que (i) pass­words com­postas por letras mínus­cu­las devem ter, no mín­imo, 10 car­ac­teres; (ii) para usar­mos pass­words com um com­pri­mento infe­rior, na casa dos 7 car­ac­teres, temos que usar uma com­posição com­plexa, que inclua vários tipos de car­ac­teres, entre letras maiús­cu­las e minús­cu­las, algar­is­mos, e out­ros car­ac­teres espe­ci­ais, e.g. pontuação.

Para fechar esta nota, é impor­tante referir que este estudo assume que as pass­words não são com­postas por palavras que podem ser encon­tradas num dicionário. Para encon­trar essas chaves, os tem­pos apre­sen­ta­dos já não têm val­i­dade. O tempo para encon­trar essas chaves, actual­mente, é próx­imo de zero; é ime­di­ato. E é por isso que, como se torna óbvio pela evidên­cia dos fac­tos, as pes­soas têm que escol­her umas pass­words mais elab­o­radas. Definitivamente.

(post-scriptum: lembrei-me agora que escrevi, há já algum tempo, uma nota sobre uma for­mula sim­ples para criar pass­words mais com­plexas. Pode ser útil para sen­si­bi­lizar os mais resistentes. Está por AQUI)

Fonte: Miguel Almeida

5
Mar

checklist de segurança no php

Ao con­fig­u­rar o php é necessário ter em atenção alguns aspec­tos de segurança.

; php.ini
allow_url_fopen = Off ; Dis­able URLs for file han­dling functions

register_globals = Off ; Make sure this hell­ish fiend is dead

open_basedir = /var/www/htdocs/files ; Restrict file han­dling func­tions to a subdirectory

safe_mode = Off ; Dis­able this, the next is often more prac­ti­cal
safe_mode_gid = On ; Enable safe mode with group check
safe_mode_exec_dir = /var/www/binaries ; Restrict exe­cu­tion func­tions to this direc­tory
safe_mode_allowed_env_vars = PHP_ ; Restrict access to envi­ron­ment variables

max_execution_time = 30 ; Max script exe­cu­tion time
max_input_time = 60 ; Max time spent pars­ing inputs
memory_limit = 16M ; Max mem­ory size used by one script
upload_max_filesize = 2M ; Max upload file size
post_max_size = 8M ; Max post size

display_errors = Off ; Do not show errors on screen

log_errors = On ; Log errors to log file

expose_php = Off ; Hide pres­ence of PHP

# Apache con­fig­u­ra­tion or .htac­cess

Order allow,deny
Deny from all

3
Mar

SteadyState — Congele o seu computador.

Este pro­grama feito pela Microsoft per­mite restringir a cer­tos uti­lizadores o uso do com­puta­dor, desde o tempo de sessão, a pro­gra­mas a serem exe­cu­ta­dos. Este pro­grama é o indi­cado para ciber-cafés, bib­liote­cas esco­lares ou mesmo em casa.

Fun­cional­i­dades:

1. Restrições do Computador:

  • Remover a conta de admin­istrador do ecrã de boas vindas
  • Não cri­ação de pas­tas e ficheiros na drive C:\

2. Restrições dos Utilizadores:

  • Tempo de Sessão do utilizador
  • Atal­hos do Menu Iniciar
  • Acesso a Drives
  • Auto-play” das dri­ves de DVDUSB
  • Acesso ao reg­isto do sistema
  • Acesso ao Gestor de tarefas
  • Blo­queio de sessão

3. Restrições de fun­cional­i­dades do Inter­net Explorer:

  • Acesso à Internet
  • Impressões
  • Menus de configuração
  • Bar­ras de ferramentas
  • Página de Abertura
  • Fil­tro de pági­nas web

4. Restrições de fun­cional­i­dades do MS Office:

  • Add-ins
  • Macros

5. Restrições Programas:

  • Blo­queio de programas

6. Pro­tecção do disco:

Esta fun­cional­i­dade serve para quando os uti­lizadores insta­lam pro­gra­mas inde­se­ja­dos, spy­ware ou tro­jans, com um sim­ples reini­ciar as alter­ações desa­pare­cem todas, como con­tra­partida requer entre 45% e 50% do espaço livre do disco.

No iní­cio de cada sessão, é apre­sen­tado ao uti­lizador uma men­sagem de infor­mação a dizer que os dados não iram ser guarda­dos e para guardar as alter­ações efec­tu­adas numa drive USB.

Licença: Free­ware
Sis­temas Oper­a­tivos: Win­dows XP /Vista
Down­load: SteadyS­tate [6,35 MB]
Home­page: Microsoft.com

Fonte:Peo­ple­ware

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