Category: Notícias TEC

Dos filmes de Ficção científica à realidade

Há uns tempos ao ver filmes de ficção científica  dizíamos que era impossível de aquilo existir ou de vir a acontecer .. hoje em dia já não é bem assim .. reparem que a maior parte das “coisas estranhas” que víamos em filmes de ficção científica hoje são banais..

Como por ex: o wireless, Internet Móvel, Bluetooth , Telemóveis com vídeo e modo  de fotografia.

Lembram-se de ver os famosos robots a andar ..

Hoje em dia isso é possível .. e até se desviam de obstáculos..

Como será o futuro ??

Não tenho dúvidas que daqui a 10 anos, vai ser comum termos robots a caminhar ao nosso lado.

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Oracle compra Sun

O negócio entre a Sun e a Oracle acaba de ser anunciado e analistas começam a discutir qual será o futuro do MySQL, base de dados.

Como exemplo nada melhor que este comando sql.

BEGIN;
INSERT INTO oracle (SELECT interesting_stuff FROM sun WHERE likely_to_make_money = 1);
DROP sun; COMMIT; http://ginx.com/-50VNH

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explodir servidores um passatempo geek !!!

“Explodir servidores é uma nova tendência de marketing no sector dos serviços de alojamento web. As empresas pretendem demonstrar que oferecem soluções de continuidade tão boas que nem a eliminação fisíca dos servidores representa um problema. Noutros casos, é apenas pura diversão eliminar equipamento ultrapassado.”

mais videos aqui carlosduarte.org

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Apple Vs Microsoft 1084

1ª Apresentação do Apple Macintosh, em 1984 por Steve Jobs

História

Macintosh, ou Mac, é o nome dos computadores pessoais fabricados e comercializados pela Apple Inc. desde janeiro de 1984. O nome deriva de McIntosh, um tipo de maçã apreciado por Jef Raskin. O Apple Macintosh foi o primeiro computador pessoal a popularizar a interface gráfica (GUI), na época um desenvolvimento revolucionário. Ele é muito utilizado para o tratamento de vídeo, imagem e som.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Macintosh

Steve Ballmer vendendo o Windows 1.0

História

Foi lançado em 20 de Novembro de 1985. Era necessário o MS-DOS 2.0, 256 KB RAM e um hard drive. Naquela altura, o MS-DOS só conseguia suportar 1 MB de aplicações. Era uma primeira tentativa de criar um sistema multitarefa. Nessa época, instalado em computadores XTs que tinham apenas 512Kb de memória, ocupava praticamente toda a memória disponível. Inicialmente, ele foi lançado em 4 disquetes de 360 KB cada um. Continha o Reversi (jogo), um calendário, bloco de notas, calculadora, relógio, “command prompt”, Write, Control Panel, Paint e programas de comunicação.

Interface

O Windows 1.0 trouxe, ao usuário, uma interface bem colorida, isso no monitor em cores, que era um artefato raro e bem inacessível para a época, foi o primeiro sistema da Microsoft Corporation a utilizar mouse, janelas e ícones. Nesta versão ainda não havia sobreposição de janelas.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Windows_1.0

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Presidência da Republica na rede social twitter youtube sapo

A Presidência da República Portuguesa está presente nos canais do YouTube e Sapo Vídeos, na rede social Twitter e na comunidade Flickr, ao que parece Barack Obama inspirou alguns políticos portugueses no que toca as novas tecnologias e ao estar perto do cidadão, espero que outros Presidentes sigam o exemplo do nosso Presidente da República Aníbal Cavaco Silva.

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comparação Windows 7 Beta1 vs Windows Vista vs Windows XP

O jornalista Adrian Kingsley-Hughes do ZDNet Hardware 2.0 comparou as versões 32 bit do Windows XP vs Windows Vista vs Windows 7 em tarefas comuns no dia a dia de um utilizador, como comprimir ficheiros, abrir docs e pdfs.

Por causa do estado de beta do Windows 7, ele não pode divulgar os dados precisos, os segundos ou milisegundos de cada um. Ele apenas diz quem ganhou, num simples 1, 2, 3. Ou seja, leve em consideração que abrir um arquivo pdf de 100 páginas em 100 milésimos, 105 milésimos e 107 milésimos significa que a diferença entre o primeiro e o terceiro lugar são apenas 7 milésimos de segundo.

Mas a vantagem dos testes, 23 ao todo, é que são simples e fáceis de reproduzir. A tabela, divulgada abaixo, mostra onde o Windows 7 ganhou.

Para o teste utilizaram-se :

  • Um AMD Phenom 9700 2.4GHz com uma Placa Gráfica ATI Radeon 3850 e 4GB de Memória RAM.
  • Um Intel Pentium Dual Core E2200 2.2GHz com uma Placa Gráfica NVIDIA GeForce 8400 GS e 1GB de Memória RAM.

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MacBook Wheel – Adeus Teclados

Apple pretende inovar no mundo dos computadores com o seu novo MackBook Wheel acabando assim com o tradicional teclado.


Apple Introduces Revolutionary New Laptop With No Keyboard

só vai estar disponível ao público daqui a uns 15 meses e o seu preço varia de $2.599,00 a $9,960,00.

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Yahoo Arrependida

A Yahoo um dos maiores portais do mundo mostra-se arrependida por não ter vendido as suas acções a Microsoft.

As vezes a emoção é provoca má gestão e aqui fica uma lição para quando por vezes pensamos demasiado com o coração e menos com a cabeça.

Aqui fica um excerto do Texto publicado no suplemento de Economia do Público, a 28 de Novembro 2008

o Problema foi o sangue roxo de Jerry Yang

“Todos vocês sabem que eu tenho, e sempre terei, sangue roxo”. A afirmação é de Jerry Yang e o roxo é a cor de marca do Yahoo, site que fundou em 1994 e de que foi presidente executivo ao longo do último ano e meio.

A frase – parte da mensagem que enviou em Novembro a todos os funcionários, no dia em que anunciou o abandono do cargo – é a síntese do que muitos consideram ter sido o grande erro: demasiado ligado ao Yahoo, Yang deixou-se levar pelos sentimentos e fez tudo para fugir à proposta de compra com que a Microsoft avançou em Fevereiro.

Jerry Yang, 40 anos, faz parte da geração que na década de 90 via (e, provavelmente, ainda vê) a Microsoft como um gigante dominador da tecnologia. O Yahoo (tal como aconteceu com o Google, poucos anos depois) nasceu numa lógica de contra-corrente. Não surpreende que o fundador estivesse contra a possibilidade de vender a empresa ao império de Bill Gates, solução que era preferida por muitos analistas de mercado e muitos accionistas de referência, incluindo o multimilionário Carl Icahn, que chegou a tentar destronar a administração de Yang.

Celso Martinho, fundador do Sapo (o maior portal português, lançado em 1995 e assumidamente inspirado no Yahoo), considera que “financeiramente falando, é fácil concluir que a recusa da proposta da Microsoft foi um erro monumental de gestão”. Os números não enganam: a Microsoft ofereceu 31 dólares por acção (num total de 44 mil milhões). Hoje, e em parte arrastadas pela crise financeira, cada acção oscila entre os nove e os dez dólares.

O fundador do Sapo, no entanto, parece partilhar a visão de Yang: “Emocionalmente, se é que é permitido usar a emoção para falar de negócios desta magnitude (e talvez tenha sido este o maior erro do Jerry), prefiro a independência do Yahoo. Fazem um trabalho muito bom no campo da inovação e dos bons produtos de Internet e têm uma cultura única e uma imagem que gostaria de ver preservadas. Acho que a Microsoft ainda é a antítese disto tudo”.

A rejeição do negócio com a Microsoft não será o único erro a pesar na memória dos executivos do Yahoo. O portal tem visto fugir a sua principal fonte de receitas – os anúncios publicitários – para a mão da rival Google. Mas, num longínquo 2002, o portal desperdiçou a oportunidade de comprar o motor de busca desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin.

O outro erro

Em 2002, o CEO era Terry Semel, um executivo vindo da Warner, que mal usava a Internet e que deixou poucas saudades aos accionistas. Page e Brin abordaram o Yahoo em busca de uma injecção de capital. Semel avançou com a possibilidade de compra – mas achou que não valia a pena ir além de uma oferta de três mil milhões de dólares. Os dois jovens recusaram (o preço era uma bagatela, comparado com a valorização bolsista que a empresa conseguiu nos anos seguintes).

A pesquisa é vital nas contas do Yahoo e a ascenção da Google foi um golpe duro. Isto apesar de o portal oferecer dezenas de serviços diferentes para além da busca. “A pesquisa é a aplicação-chave da Internet e é da maior importância para qualquer portal”, explica Celso Martinho. “Primeiro, pesquisar é de longe o que as pessoas mais fazem na Internet e, segundo, a pesquisa é uma plataforma valiosíssima do ponto de vista do negócio”.

Em poucos anos, o Google ascendeu ao estatudo de motor de busca mais conhecido do mundo e os seus pequenos anúncios contextuais (em que o conteúdo está relacionado com as pesquisas que o utilizador faz ou com as páginas que este visita) tornaram-se muito atractivos para os anunciantes.

Outro problema tem sido a dificuldade em acompanhar a mudança. O Yahoo foi crescendo na lógica do final da década passada: oferecer todo o tipo de serviços e ser um ponto de entrada na Internet. Mas os tempos mudaram, observa o fundador do SAPO: “Os jardins fechados, ou era dos conteúdos exclusivos e das técnicas clássicas de retenção dos utilizadores, desapareceram”.

Volta Microsoft

No início deste mês, e ainda antes de se demitir, Jerry Yang já se tinha rendido: “Actualmente, o melhor para a Microsoft é comprar o Yahoo. Estamos à venda” – a declaração foi feita durante uma entrevista numa cimeira de tecnologia em S. Francisco.

O problema é que a Microsoft, pelo menos aparentemente, desistiu do negócio. Mesmo que queira voltar a sentar-se à mesa com o Yahoo, é útil à gigante do software mostrar-se desinteressada.

No dia em que Yang anunciou a demissão, as acções do Yahoo subiram quase 12 por cento, pelo meio de muita especulação sobre uma nova proposta de compra. No dia seguinte, a Microsoft declarou não estar sequer a pensar no assunto – as acções caíram 18 por cento.

Se muitos argumentam que a Microsoft é a única saída viável para o Yahoo, Celso Martinho diz não ter tantas certezas: “Ninguém sabe exactamente o que é a Microsoft ia fazer com o Yahoo e ninguém consegue dizer se a fusão ia criar valor ou destruir irreversivelmente o maior portal do mundo”.

Nos últimos meses, o Yahoo tentou ainda uma injecção de capital, através de uma parceria com a Google. O negócio faria com que esta passasse a gerir a publicidade associada às pesquisas feita no portal. Era um “remendo”, classifica o fundador do Sapo. Só que as autoridades reguladoras americanas franziram o sobrolho perante a possibilidade de monopólio e adivinhava-se uma longa batalha legal. Mas, desta vez, foi a Google a recuar e dizer que o negócio, afinal, não valia a pena.”

Fonte:tecnopolis

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